Laboratório de Psicologia Ambiental
  • E aí, vamos nos desafiar?

    Publicado em 31/08/2017 às 12:38

    A equipe do Natureza Nossa preparou um desafio muito especial para você encarar o mês de setembro de um jeito mais divertido e com potencial para grandes transformações através de pequenas atitudes.

    São 30 desafios, um para cada dia do mês, que convidam a quem quiser participar a repensar um pouco sobre o seu cotidiano e sobre sua relação com o meio ambiente.

    As propostas são todas muito simples e não exigem investimentos de dinheiro ou horários rígidos, apenas da sua criatividade e do tempo que você puder oferecer. Para quem quiser brincar de se desafiar conosco do Laboratório de Psicologia Ambiental (LAPAM), convidamos também a compartilhar suas experiências, reflexões e tudo o que lhe for interessante.

    Os desafios serão lançados em nossa fanpage, que você pode acessar clicando aqui.

    Pode comentar nas fotos, fazer publicações usando as hashtags #NaturezaNossa, #DesafioDos30Dias e #SetembroConsciente ou o que você desejar, o importante para nós é saber como ter um momento para repensar nossos hábitos e atitudes pode impactar na sua relação com o meio ambiente.

    E aí, vamos nos desafiar?

     


  • O que você acha de fazer algo na natureza todo dia durante um mês?

    Publicado em 03/08/2017 às 11:10

    Esse foi o desafio que esta ONG do Reino Unido propôs. Seja observar uma formiga trabalhando e levando comida para seu formigueiro, tirar fotos de pássaros ou simplesmente passear em um bosque ou parque, qualquer ação que seja na natureza está valendo.
    Segundo este artigo, estamos cada vez mais desconectados com o mundo natural. Sabia que isso tem influência direta na nossa saúde? O que pode aumentar taxas de problemas como obesidade, diabetes, doenças do coração e depressão. Por isso a importância de utilizar os espaços verdes das cidades, pois esse contato pode prevenir que sintomas de doenças se desenvolvam, assim como aumentar confiança em si mesmo e habilidade de concentração!
    Quanto mais tempo na natureza, mais felizes e saudáveis nos sentimos e baseado nessa experiência, a equipe da Natureza Nossa esta preparando muitas coisas por ai! Fiquem ligados!

    Confira a matéria completa clicando aqui!


  • Projeto de Extensão: Natureza Nossa

    Publicado em 27/07/2017 às 15:08

    No mês de junho, o Laboratório de Psicologia Ambiental da UFSC voltou a facilitar atividades lúdicas para crianças acompanhadas de pais ou cuidadores.

     

    As atividades estão sendo desenvolvidas no Horto Ecológico do Córrego Grande, nos finais de semana.

    Aproveite essa oportunidade, convide as crianças e venham se divertir com a nossa equipe!


  • Defesa da dissertação “Estresse e Restauração: aspectos físicos e psicológicos de um Hospital de Custódia”

    Publicado em 23/04/2017 às 15:22

    Bettieli Barboza da Silveira defendeu no dia 01 de fevereiro de 2017 a dissertação Estresse e Restauração: aspectos físicos e psicológicos de um Hospital de Custódia, orientada pela Prof. Dra. Ariane Kuhnen (segunda à esquerda da foto).

     

    16427619_1127776157331916_9136898809113893655_n
    Fizeram parte da banca a Drª Lucienne Martins Borges do PPGP/UFSC, a Dra. Maíra Longhinotti Felippe do PPGP/UFSC  (à direita da foto) e o Dr. Francisco Cardozo de Oliveira do UNICURITIBA (à esquerda da foto).


  • Crianças são mais felizes em parquinhos com elementos naturais

    Publicado em 01/11/2016 às 14:50

    Um estudo realizado na Universidade da Colúmbia Britânica mostra que crianças que brincam em parquinhos com elementos naturais têm uma chance menor de desenvolver sintomas depressivos. Nesse estudo, crianças com idades entre 2 e 5 anos foram observadas antes e depois da inclusão de elementos naturais em parquinhos que não continham esses elementos. O resultado dessa intervenção foi uma redução em sintomas depressivos visíveis, tais como sobrancelhas franzidas e aparência triste.
    O foco do planejamento de parquinhos tem sido a segurança, visando minimizar o potencial de lesões. Desse modo, o real valor do brincar acaba sendo deixado de lado. Para a pesquisadora Mariana Brussoni, o problema dos parquinhos que contam apenas com equipamentos fixos é que há um limite de coisas que podemos fazer com esses equipamentos. A natureza, por outro lado, é bastante flexível. A inclusão de areia, bambu e grama, por exemplo, dá às crianças a chance de manipular elementos naturais e brincar de várias formas diferentes.

    Parquinho natureza

    Para ler mais, clique aqui.


  • Festival Internacional de Cinema Socioambiental (Planeta.Doc) em Florianópolis

    Publicado em 20/10/2016 às 9:21

    Texto do site de Notícias da UFSC

    O Festival Internacional de Cinema Socioambiental (Planeta.Doc) chega à terceira edição em 2016 já consolidado como o maior evento do gênero no sul do país e um dos principais do Brasil. No ano passado foram mais de 900 filmes inscritos na mostra competitiva, com a exibição gratuita de 83 obras e o envolvimento de estudantes de ensino médio, fundamental e universitário de todo o Estado de Santa Catarina. Para este ano o Planeta.Doc será realizado em Florianópolis entre 21 de outubro e 13 de novembro com uma extensa programação aberta ao público.

    No total, cerca de 80 filmes premiados em eventos como Sundance, Cannes e Festival de Cinema de Berlim sobre temas relacionados ao nosso planeta serão exibidos gratuitamente em universidades, espaços culturais públicos, cineclubes, escolas de ensino médio e fundamental. Entre os espaços previstos na Capital estão a UFSC, Udesc, Sapiens Parque, Centro Integrado de Cultura (CIC), Fundação Cultural Badesc, SESC Prainha, Instituto Estadual de Educação e Instituto Padre Vilson Groh. Em parceria com a Udesc, as sessões também serão realizadas para estudantes em Lages, Ibirama e Laguna, além de Florianópolis.

    Programação aqui 

     


  • A natureza pode melhorar o funcionamento familiar

    Publicado em 16/09/2016 às 16:55

    Izenstark e Ebata, pesquisadores da Universidade de Illinois, vêm investigando se os benefícios da exposição à natureza para a atenção ‒ já verificados em pesquisas com sujeitos sozinhos na natureza ‒ também estão presentes quando o contato com a natureza acontece em família. Essa pesquisa toma como base a teoria da restauração da atenção, de Stephen e Rachel Kaplan, que defende que a interação com ambientes naturais pode reduzir a fadiga mental e restaurar o funcionamento da atenção. De acordo com a pesquisa de Izenstark e Ebata, ao restaurar a atenção em ambientes naturais, nos tornamos menos irritadiços e desenvolvemos nosso autocontrole, o que pode nos ajudar a conviver melhor com os outros. Quando estão em casa, os pais têm dificuldade de se desligar de suas responsabilidades e “sair do comando”. Já na natureza, apesar de ainda serem responsáveis por seus filhos, os pais se sentem mais livres. Além disso, estar em ambientes naturais com a família pode promover um sentimento de identidade e pertencimento, principalmente se essa experiência acontecer regularmente, transformando-se em um ritual familiar.

    Família e natureza

    Para ler mais, clique aqui.


  • Disciplina: Psicologia e Educação Ambiental (PSI7156)

    Publicado em 13/09/2016 às 12:34
    A prof. Ariane Kuhnen irá oferecer a disciplina para todos os cursos de graduação da UFSC: Psicologia e Educação Ambiental (PSI7156), 2 créditos, de forma concentrada, no período de Outubro e Novembro, nas quintas-feiras, das 8:20 às 12h. Será aberto de 8/9 a 3/10 o período de matrícula presencial no Departamento de psicologia, CFH.
    Ementa:
    Características, funções e objetivos da Educação Ambiental e da Psicologia Ambiental. Entendimento da interação humano-ambiental relacionando comportamento e/ou estados subjetivos e ambiente físico (natural e/ou construído). Relações entre problemas ambientais, saúde, qualidade de vida, bem-estar e educação ambiental. Pesquisa e atuação na interface entre psicologia e educação ambiental.


  • A natureza pode ser o remédio

    Publicado em 22/08/2016 às 13:22

    Nos últimos anos o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) vem sendo diagnosticado com uma frequência cada vez maior e, com isso, tem aumentado as prescrições de medicamentos como o Adderall e a Ritalina. Em muitos casos, esses medicamentos são prescritos simplesmente para aumentar o desempenho de estudantes, sendo também chamados de “drogas da inteligência”, nootrópicos ou “potencializadores cognitivos”. No entanto, o Adderall e a Ritalina não têm essa finalidade e, apesar de ajudarem a curto prazo, seus efeitos são incertos a longo prazo. Por outro lado, pesquisas recentes vêm mostrando que o contato com a natureza pode aprimorar a inteligência, melhorando a percepção, a criatividade e a capacidade de prestar atenção e pensar com clareza. Uma pesquisa da Universidade de Illinois, por exemplo, aponta reduções significativas nos sintomas de TDAH em crianças que se envolvem com a natureza. É claro que os medicamentos são realmente necessários para algumas crianças; há casos, porém, em que o médico poderia recomendar um tempo maior ao ar livre — seja como substituição ao tratamento por medicamentos ou como forma de complementá-lo. Ao ouvir falar sobre as pesquisas, Brenda Hardie resolveu fazer com que seu filho passasse mais tempo ao ar livre. De acordo com Hardie, o contato com a natureza faz uma grande diferença para ele, que já está em condições de abandonar os medicamentos para o TDAH.

    Pílulas da natureza

    Para ler mais, clique aqui.


  • Por que as crianças precisam brincar ao ar livre?

    Publicado em 18/05/2016 às 16:00

    Post 4.1

    Uma pesquisa realizada no Reino Unido com 2.000 pais mostrou que apesar dos benefícios trazidos por brincadeiras ao ar livre, elas estão se tornando cada vez menos frequentes. De acordo com esse estudo, 35% das crianças nunca brincaram na lama, e 44% escolheram assistir TV ou jogar sozinhas no computador ao invés de brincar ao ar livre. Vale lembrar que ambientes ao ar livre são muito importantes para o desenvolvimento das crianças, fortalecendo o sistema imunológico e reduzindo as chances de desenvolvimento de obesidade. Além disso, atividades ao ar livre favorecem a prática de habilidades físicas, linguísticas e de resolução de problemas (as crianças usam 5 vezes mais palavras brincando ao ar livre!) e, de quebra, ensinam as crianças a respeitar e apreciar a natureza. Para os pais e outros cuidadores, algumas dicas: tirem um tempo para observar a natureza (sem pressa!), incentivem a confecção de trabalhos manuais com folhas e sementes, preparem uma caça ao tesouro, ou façam um piquenique com as crianças (até o próprio quintal é válido). As opções de atividades são muitas, e os benefícios também!

    Post 4.2
    Para ler mais, clique aqui.