Laboratório de Psicologia Ambiental
  • Curso “Psicologia Ambiental e Bem-estar em Instituições”

    Publicado em 01/08/2018 às 15:00
    Ao longo de cinco encontros em maio e junho, aconteceu mais uma edição do curso “Psicologia Ambiental e Bem-estar em Instituições”, organizado e ministrado pelo LAPAM. Dessa vez, o curso foi oferecido na UFSC e contou com a participação de 30 pessoas, tanto da graduação e pós-graduação quanto servidores e interessados de fora da universidade.
    Durante os encontros, realizados às sextas-feiras no período da tarde, foram apresentados e discutidos temas como: identidade de lugar e apego ao lugar; cuidado ambiental; ambientes restauradores; percepção, cognição e representação ambiental; territorialidade; privacidade e espaço pessoal. Além disso, conversou-se sobre métodos e técnicas de pesquisa e a aplicação da Psicologia Ambiental.
    As aulas realizadas constituem o Módulo I do curso, caracterizado por ser majoritariamente teórico. Em um segundo momento ainda a ser definido, será oferecido o Módulo II, voltado mais para a prática e pensando possíveis intervenções nos espaços da universidade a partir do viés da Psicologia Ambiental.

  • Participação no 17º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico da ANPEPP

    Publicado em 01/08/2018 às 14:34

    O Laboratório de Psicologia Ambiental esteve representado no 17º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico da ANPEPP (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia), que ocorreu de 15 a 18 de julho de 2018, em Brasília. Estiveram presentes no GT-50, Grupo de Trabalho Psicologia Ambiental, Roberta Borghetti Alves, Maíra Longhinotti Felippe e nossa querida coordenadora, a Profa. Ariane Kuhnen, que também coordenou o GT no último biênio.

    Durante a oportunidade, houve o lançamento de dois livros da área, Introdução à psicologia ambiental, de Gabriel Moser, e Psicologia ambiental: conceitos para a leitura da relação pessoa-ambiente, organizado por Sylvia Cavalcante e Gleice A. Elali, do qual participam como autoras de capítulos Ariane Kuhnen, Patrícia Maria Schubert Peres, Roberta Borghetti Alves e Bettieli Barboza da Silveira, integrantes do LAPAM.

    O momento do encontro também foi marcado pela aprovação, pelos membros do GT, da Associação Brasileira de Psicologia Ambiental e Relações Pessoa-Ambiente (ABRAPA), seu primeiro estatuto e diretoria. Que a Associação possa ser um importante meio de promoção e divulgação do conhecimento na área da Psicologia Ambiental!


  • Projeto de tese: Vida e saúde mental nas cidades: análise da inter-relação do usuário da Rede de Atenção Psicossocial com o território

    Publicado em 26/07/2018 às 14:12

    O dia 04 de julho foi mesmo muito especial para o Lapam, dois projetos de tese qualificados!

    O trabalho “Vida e saúde mental nas cidades: análise da inter-relação do usuário da Rede de Atenção Psicossocial com o território”, desenvolvido pela doutoranda Camila Klein, orientado pela Profª Dra. Ariane Kuhnen e Co-orientado pela Profª Dra. Daniela R. Schneider, contou com as contribuições da banca composta pelas professoras: Profª Dra. Maria Inês Sugai (POSARQ – UFSC), Profª Dra. Ana Lucia Mandelli de Marsilac, (PPGP – UFSC), Profª Dra. Raquel Farias Diniz (Programa de Pós Graduação em psicologia UFRN).

    Os membros do Lapam parabenizam e desejam sucesso na caminhada, que Camila continue com essa energia e bom humor!

     

     


  • Projeto de tese: “O lugar que habito”: compreendendo a relação pessoa-ambiente em residenciais terapêuticos catarinenses.

    Publicado em 23/07/2018 às 9:39
    Em uma quarta-feira (04/07) chuvosa regada por preciosas considerações da banca e um café quentinho, a banca se reunir para auxiliar a construir o desenho e o desenvolver da pesquisa da doutoranda Bettieli. Diante de tanta ideia construtiva e de um auditório com pessoas agregadoras, a tarde se tornou ainda mais leve, prazerosa e de muitos aprendizados. O LAPAM agradece a valiosa participação de todas as professoras da banca, assim como da plateia presente.
    Doutoranda: Bettieli Barboza da Silveira
    Orientação: Ariane Kuhnen
    Banca composta por: Maristela Almeida (PósArq), Patrícia Biasi (Dep. Design Expressão Gráfica), Marina Menezes (PPGP), Maíra L. Felippe (PPGP).

  • O Lapam está feliz: mais um artigo publicado!

    Publicado em 16/07/2018 às 8:38

    Intitulado “Centrado no Lugar ou na Pessoa? Considerações acerca de Foco no Mapeamento Comportamental”, Camila Klein, Ariane Kuhnen, Maíra Longhinotti Felippe e Bettieli Barboza da Silveira  comemoram a publicação dessa artigo tão importante para a área da Psicologia Ambiental

    A técnica de mapeamento comportamental é um recurso muito utilizado nas pesquisas de psicologia ambiental  e consiste numa técnica de observação, ou seja, as informações são obtidas através do que o pesquisador observa e registra, diferente de técnicas em que o pesquisador entrevista o participante para ter acesso aos dados.

    O objetivo do trabalho foi debater a técnica do Mapeamento Comportamental (MC), com intuito de possibilitar reflexões acerca dos objetivos de sua aplicação em relação a sua nomenclatura.

    As autoras evidenciaram um problema na classificação nacional da técnica em dois focos: centrado no lugar e centrado na pessoa. Segundo os resultados da pesquisa, há uma confusão no emprego das nomenclaturas em muitos trabalhos que utilizam a técnica, sendo necessário repensar se vale a pena continuar tal divisão de foco, ou criar uma categoria de foco misto, ou apenas utilizar a nomenclatura “mapeamento comportamental”, deixando a cargo do pesquisador desenvolver o desenho da sua pesquisa.

    Assim, o trabalho abordou um tema extremamente pertinente e de grande implicação para as pesquisas da área de PA no Brasil, oportunizando um novo olhar aos pesquisadores.

    O trabalho completo pode ser acessado clicando aqui:

    Klein, Camila, Kuhnen, Ariane, Felippe, Maíra Longhinotti, & Silveira, Bettieli Barboza. (2018). Centrado no Lugar ou na Pessoa? Considerações acerca de Foco no Mapeamento Comportamental. Trends in Psychology26(2), 593-616.  

    Os demais membros do Lapam ficam orgulhosos e parabenizam as autoras pela publicação!


  • (DES)ATENÇÃO DE CRIANÇAS EM IDADE ESCOLAR: a importância da restauração da atenção

    Publicado em 06/06/2018 às 15:02

    Autora: Natanna Taynara Schütz

    Mestranda em Psicologia – UFSC

    Integrante do Lapam

     

     

     

     

     

     

     

    A aprendizagem escolar é uma tarefa que demanda considerável esforço das crianças (Marchesi, 2006). Para aprender, é necessário a utilização de um processo básico que consiste na atenção (Marchesi, 2006). Segundo (Sbissa, 2009, p. 263), a atenção corresponde a: “capacidade de manter o foco sobre determinada “coisa”, “objeto” ou “processo”. Assim, é necessário que o aluno utilize a atenção para absorver a informação, que será então processada e compreendida, efetuando assim o processo de aprendizagem.

    Nos anos iniciais do ensino fundamental, as crianças num geral apresentam um progresso contínuo no que se refere a regular e manter a atenção (Papalia & Feldman, 2013). O que ocorre atualmente, é que a atenção enquanto domínio cognitivo, vem ganhando muita ênfase numa lógica patologizante, visto que, é muito mais percebida pelas pessoas quando está de certa forma prejudicada – estado de desatenção (Ribeiro & Ferreira, 2014). Assim, como tema emergente nas escolas atualmente, a atenção vem sendo classificada dentro de critérios de normalidade entre as crianças, numa perspectiva que avalia o funcionamento binário da atenção – atento/ desatento (Ribeiro & Ferreira, 2014).

    Vivenciamos uma sobrecarga da atenção devido aos ambientes construídos que são ricos em estímulos que exigem o direcionamento da atenção, o que mobiliza a atenção direcionada de forma demasiada (Sbissa, 2009). Somado a esse fator, cabe mencionar também o impacto da tecnologia nos alunos, que modifica o estilo de atenção dos mesmos, devido à rapidez em que as informações são acessadas, o predomínio de aspectos visuais e a necessidade de seleção de tudo isso. Todos esses esforços mentais, acabam levando ao que Kaplan (1995) nomeia de fadiga da atenção.

    Quando a atenção da criança diminui, a mesma passa a apresentar maior dificuldade em lidar com situações estressantes, sendo necessário que ocorra uma recuperação/ restauração dessa capacidade (Corraliza, Collado & Bethelmy, 2012). Vários estudos apontam a capacidade restauradora de determinados ambientes, como parques, florestas, ruas arborizadas, em função dos elementos naturais contidos neles (Kaplan, 1995; Maller et al, 2005; Berman, Jonides & Kaplan, 2008; White & Stoecklin, 2011; Glesser, 2014; Corraliza, Collado & Bethelmy; 2012; Albuquerque, Silva & Kuhnen, 2016).

    Ao investigar os ambientes restauradores, mostra-se necessário estar amparado na perspectiva inerente da restauratividade, que trata do conjunto de aspectos físicos do lugar, e as experiências vivenciadas pela pessoa numa esfera cognitiva, emocional, comportamental e social (Glessler, 2014). O estudos de ambientes restauradores no campo da Psicologia Ambiental sofrem influência de duas principais linhas de pesquisa – Teoria da recuperação psicofisiológica ao estresse proposta por Ulrich; Teoria da Restauração da Atenção proposta por Rachel Kaplan e Stephen Kaplan (Glessler & Günther, 2013).

    A Teoria da Restauração da Atenção (Attention Restoration Theory –ART) de Kaplan & Kaplan, foi desenvolvida pelo casal Rachel Kaplan e seu esposo Stephen Kaplan, sob influência dos trabalhos de Willian James com os conceitos de atenção voluntária e involuntária, sendo a ART uma extensão dessa abordagem (Kaplan, 1995; Berman, Jonides & Klapan, 2008; Kaplan & Berman, 2010). Porém, Willian James deixou de considerar que a atenção voluntária pode entrar em fadiga, o que foi reconhecido por Frederick Law Olmsted, arquiteto paisagista, que apontou a necessidade de recuperação da capacidade principalmente no contexto natural (Kaplan, 1995). Nessa teoria preconiza-se a análise da restauração em quatro propriedades, que devem estar presentes para que um ambiente possa ser classificado como restaurador – propiciar experiência restauradora: 1) o afastamento – que consiste em estar longe do cotidiano; 2) o fascínio – que possibilita a atenção sem necessidade de esforço; 3) a extensão – que permite o engajamento através do alcance e da coerência do local; 4) a compatibilidade – que se adequa ao que o indivíduo quer fazer. Assim sendo, na ART, a restauração pressupõe aspectos específicos para viabilizar seu efeito (Glessler, 2014).

     

    E ai, você concorda que os ambientes naturais possuem as 4 propriedades restauradoras apontadas pela Teoria da Restauração da Atenção?

     

    Referências:

    Albuquerque, D. S., Silva, D. S., & Kuhnen, A. (2016). Preferências Ambientais e Possibilidades de Restauro Psicológico em Campi Universitários. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 36 n°4, 893-906.

    Berman, M. G., Jonides, J. & Kaplan, S. (2008). The Cognitive Benefits of Interacting With Nature. Association for Psychological Science, 19(12), 1207-1212.

    Bronfenbrenner, U. (2011). Bioecologia do desenvolvimento humano: tornando os seres humanos mais humanos. Tradução de: André de Carvalho – Barreto. Revisão técnica: Sílvia H. Koller. Porto Alegre: Artmed, 2011, 310 p.

    Campos-de-Carvalho, M., & Souza, T. N. (2008). Psicologia Ambiental, Psicologia do Desenvolvimento e Educação Infantil: Integração possível? Paidéia, Ribeirão Preto, v.18, n.39, p.25-40.

    Corraliza, J. A., Collado, & S. Bethelmy, L. Nature as a Moderator of Stress in Urban Children. Procedia – Social and Behavioral Sciences, 38, 253 – 263.

    Evans, G. A importância do ambiente físico. (2005). Psicologia USP, 16(1/2), p. 47-52.

    Glessler, S. C. (2014). O descanso e a teoria dos ambientes restauradores. Tese de Doutorado: Universidade de Brasília. Brasília, DF. 262 p.

    Glessler, S. C., & Günther, I. A. (2013). Ambientes restauradores: definição, histórico, abordagens e pesquisas. Estudos de Psicologia, 18(3), 487-495.

    Kaplan, S. (1995). The restorative benefits of nature: Toward an integrative framework. Journal of environmental psychology, 15(3), 169-182.

    Kaplan, J., & Berman, M. G. (2010). Directed Attention as a Common Resource for Executive Functioning and Self-Regulation. Perspectives on Psychological Science, 5(1), 43-57.

    Kuhnen, A. Interações humano-ambientais e comportamentos socioespaciais. (2009). In: A. Kuhnen, R. M. Cruz, & E. Takase (org), Interações pessoa-ambiente e saúde (pp.15-35).  São Paulo: Casa do Psicólogo.

    Laumann, K, Gärling, T, & Stormark, K. M. (2003). Selective attention and heart rate responses to natural and urban environments. Journal of Environmental Psychology, Melbourne, v. 23, n. 2, p. 125-134.

    Luz, G. M., & Kuhnen, A. (2013). O Uso dos Espaços Urbanos pelas Crianças: Explorando o Comportamento do Brincar em Praças Públicas. Psicologia: Reflexão e Crítica, 26(3), 552-560.

    Maller, C. et al. (2005) Healthy nature healthy people: ‘contact with nature’ as an upstream health promotion intervention for populations. Health Promotion International, Vol. 21 No. 1, 45-54.

    Marchesi, A. (2006). O que será de nós, os maus alunos? Tradução de: Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 192 p.

    Papalia, D. E., & Feldman, R. D. (2013). Desenvolvimento Humano. Tradução de: Carla Filomena Marques Pinto Vercesi et al. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 800 p.

    Ribeiro, R. B. P., & Ferreira, A. L. (2014). O cultivo da atenção: uma experiência com crianças de 4 e 5 anos. Psic. da Ed., São Paulo, 39, 2º sem., 89-105.

    Sbissa, P. P. M. Desenvolvimento da atenção como mecanismo restaurador da saúde. (2009). In: A. Kuhnen, R. M. Cruz, & E. Takase (org), Interações pessoa-ambiente e saúde (pp.261-275).  São Paulo: Casa do Psicólogo.


  • Defesas de mestrado e doutorado na área de desastres socioambientais

    Publicado em 19/04/2018 às 13:37

    No dia 20 de Março ocorreram duas bancas de defesa, uma de mestrado e outra de doutorado. No período matutino a pós-graduanda Loredana Amaral Marzocchella obteve o título de mestre em Psicologia por meio da pesquisa “Entre o real e o imaginário: a percepção de risco de desastre socioambiental na perspectiva da criança.” Compunham a banca Drª Eveline Favero e Drª Maíra Longhinotti Felippe. Essa dissertação teve orientação da professora Drª Ariane Kuhnen. Esta pesquisa evidenciou a importância de dar voz à criança, tendo em vista que elas são potenciais agentes de mudança na prevenção de desastres e podem ser agentes ativos na comunicação de riscos. Com os resultados dessa pesquisa é possível fortalecer e embasar atividades promovidas por programas já existentes, porém ainda em processo de desenvolvimento, como é o caso do Programa Educacional da Defesa Civil nas Escolas, desenvolvido pela Secretaria Nacional de Defesa Civil (SEDEC).

     

     

    No período vespertino a mestre Roberta Borghetti Alves obteve o título de doutora em Psicologia por meio da tese “Escala de Apego à Moradia em áreas de risco: construção e evidências de validade e precisão”.  Compunham a banca Dr.º Carlos Henrique Nunes, Dr.ª Maíra Longhinotti Felippe e Dr.ª Eveline Favero. Esta tese teve orientação da Dr.ª Ariane Kuhnen e contou com a coorientação do Dr.º Roberto Moraes Cruz. A construção desta escala poderá nortear as ações da Defesa Civil para a mitigação para redução de riscos de desastres, assim como evidenciará que a população reside, muitas vezes, em área de risco devido a criação de vínculos com o lugar.

     


  • Curso de Psicologia Ambiental em Instituições para a Comunidade Universitária

    Publicado em 18/04/2018 às 18:39

    Ofereceremos um curso com o total de 18 horas, englobando uma Introdução à Psicologia Ambiental com os principais conceitos, apresentação dos métodos de pesquisa e aplicação, com ênfase na promoção de bem-estar no espaço universitário.

    A edição é oferecida para alunos, professores, servidores e técnicos-administrativos da universidade. O curso será nas sextas-feiras, das 13h30 às 16h30. São 18 horas no total, divididas em seis encontros, de 25/05 a 29/06 de 2018, na sala 321 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

    O curso é gratuito e haverá emissão de certificados para os participantes.
    Inscrições podem ser feitas clicando neste link.

    As vagas são limitadas!

     


  • Curso no Hospital Infantil Joana de Gusmão 

    Publicado em 29/01/2018 às 16:33

    Entre os dias 31/10 e 05/12, a equipe do Laboratório de Psicologia Ambiental realizou, no Hospital Infantil Joana de Gusmão, o primeiro Módulo do curso Psicologia ambiental e bem-estar no espaço hospitalar.

    O curso foi oferecido na modalidade de atividade de extensão, gratuitamente, e contou com a participação de profissionais de diversas áreas da saúde e setores do hospital.

    Com o objetivo de proporcionar aos colaboradores do hospital conhecimento acerca da Psicologia Ambiental com ênfase na promoção de bem-estar no ambiente hospitalar; fornecer subsídios à prática do profissional para a melhoria dos serviços prestados tendo por foco a interação pessoa e ambiente físico e possibilitar aos servidores um processo de reflexão crítica acerca das intervenções de melhorias possíveis no espaço hospitalar, o curso parte em 2018 para o segundo módulo, que visa o desenvolvimento e projetos de intervenção pelos participantes.

    Foram ministrantes do curso a Pós-doutoranda Maíra Longhinotti Felippe; as mestrandas Denise Silvestrin e Loredana Amaral Marzocchella e a graduanda Marcela Albuquerque Rubio.


  • Qualificação do projeto de Tese: “As pessoas não trabalham no vazio: preditores de apego ao lugar de trabalho”

    Publicado em 29/01/2018 às 16:29

    A Doutoranda Mariana Neumann qualificou no dia 14 de dezembro de 2017 o projeto de tese “As pessoas não trabalham no vazio: preditores de apego ao lugar de trabalho”, orientada pela Prof. Dra. Ariane Kuhnen (à esquerda na foto).

     

    Fizeram parte da banca a Dra. Maíra Longhinotti Felippe (à direita da foto),  a Dra. Suzana Da Rosa Tolfo (à esquerda da foto) e o Dr. Giancarlo Gomes – membro externo.