Laboratório de Psicologia Ambiental
  • Psicologia Ambiental e bem-estar nas instituições

    Publicado em 05/09/2018 às 15:38

    Os últimos dias foram intensos para o Lapam! Nos dias 28 a 31 de agosto ocorreu em Porto Alegre o 36º SEURS – Seminário de Extensão Universitária da Região Sul. A integrante Biana apresentou no evento o projeto de extensão “Psicologia Ambiental e bem-estar nas instituições”.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Os demais integrantes do Lapam estão orgulhosos pelo excelente trabalho, Bianca!


  • Psicologia Ambiental: Possibilidades de Pesquisa e Aplicação

    Publicado em 05/09/2018 às 14:56

    Nos dias 30, 31 de agosto e 01, 02 de setembro ocorreu o III CONGRESSO CATARINENSE PSICOLOGIA CIÊNCIA E PROFISSÃO. As integrantes do Lapam Bettieli, Maíra e Roberta participaram do congresso e realizaram a mesa redonda intitulada: “Psicologia Ambiental: Possibilidades de Pesquisa e Aplicação”. Nessa mesa redonda as integrantes abordaram três relevantes pesquisas realizadas dentro do Lapam. As descrições das pesquisas estão disponíveis aqui no site do Lapam.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Os demais membros do Lapam parabenizam as integrantes por mais essa importante participação e divulgação da Psicologia Ambiental.


  • Curso “Psicologia Ambiental e Bem-estar em Instituições”

    Publicado em 01/08/2018 às 15:00
    Ao longo de cinco encontros em maio e junho, aconteceu mais uma edição do curso “Psicologia Ambiental e Bem-estar em Instituições”, organizado e ministrado pelo LAPAM. Dessa vez, o curso foi oferecido na UFSC e contou com a participação de 30 pessoas, tanto da graduação e pós-graduação quanto servidores e interessados de fora da universidade.
    Durante os encontros, realizados às sextas-feiras no período da tarde, foram apresentados e discutidos temas como: identidade de lugar e apego ao lugar; cuidado ambiental; ambientes restauradores; percepção, cognição e representação ambiental; territorialidade; privacidade e espaço pessoal. Além disso, conversou-se sobre métodos e técnicas de pesquisa e a aplicação da Psicologia Ambiental.
    As aulas realizadas constituem o Módulo I do curso, caracterizado por ser majoritariamente teórico. Em um segundo momento ainda a ser definido, será oferecido o Módulo II, voltado mais para a prática e pensando possíveis intervenções nos espaços da universidade a partir do viés da Psicologia Ambiental.

  • Participação no 17º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico da ANPEPP

    Publicado em 01/08/2018 às 14:34

    O Laboratório de Psicologia Ambiental esteve representado no 17º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico da ANPEPP (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia), que ocorreu de 15 a 18 de julho de 2018, em Brasília. Estiveram presentes no GT-50, Grupo de Trabalho Psicologia Ambiental, Roberta Borghetti Alves, Maíra Longhinotti Felippe e nossa querida coordenadora, a Profa. Ariane Kuhnen, que também coordenou o GT no último biênio.

    Durante a oportunidade, houve o lançamento de dois livros da área, Introdução à psicologia ambiental, de Gabriel Moser, e Psicologia ambiental: conceitos para a leitura da relação pessoa-ambiente, organizado por Sylvia Cavalcante e Gleice A. Elali, do qual participam como autoras de capítulos Ariane Kuhnen, Patrícia Maria Schubert Peres, Roberta Borghetti Alves e Bettieli Barboza da Silveira, integrantes do LAPAM.

    O momento do encontro também foi marcado pela aprovação, pelos membros do GT, da Associação Brasileira de Psicologia Ambiental e Relações Pessoa-Ambiente (ABRAPA), seu primeiro estatuto e diretoria. Que a Associação possa ser um importante meio de promoção e divulgação do conhecimento na área da Psicologia Ambiental!


  • Projeto de tese: Vida e saúde mental nas cidades: análise da inter-relação do usuário da Rede de Atenção Psicossocial com o território

    Publicado em 26/07/2018 às 14:12

    O dia 04 de julho foi mesmo muito especial para o Lapam, dois projetos de tese qualificados!

    O trabalho “Vida e saúde mental nas cidades: análise da inter-relação do usuário da Rede de Atenção Psicossocial com o território”, desenvolvido pela doutoranda Camila Klein, orientado pela Profª Dra. Ariane Kuhnen e Co-orientado pela Profª Dra. Daniela R. Schneider, contou com as contribuições da banca composta pelas professoras: Profª Dra. Maria Inês Sugai (POSARQ – UFSC), Profª Dra. Ana Lucia Mandelli de Marsilac, (PPGP – UFSC), Profª Dra. Raquel Farias Diniz (Programa de Pós Graduação em psicologia UFRN).

    Os membros do Lapam parabenizam e desejam sucesso na caminhada, que Camila continue com essa energia e bom humor!

     

     


  • Projeto de tese: “O lugar que habito”: compreendendo a relação pessoa-ambiente em residenciais terapêuticos catarinenses.

    Publicado em 23/07/2018 às 9:39
    Em uma quarta-feira (04/07) chuvosa regada por preciosas considerações da banca e um café quentinho, a banca se reunir para auxiliar a construir o desenho e o desenvolver da pesquisa da doutoranda Bettieli. Diante de tanta ideia construtiva e de um auditório com pessoas agregadoras, a tarde se tornou ainda mais leve, prazerosa e de muitos aprendizados. O LAPAM agradece a valiosa participação de todas as professoras da banca, assim como da plateia presente.
    Doutoranda: Bettieli Barboza da Silveira
    Orientação: Ariane Kuhnen
    Banca composta por: Maristela Almeida (PósArq), Patrícia Biasi (Dep. Design Expressão Gráfica), Marina Menezes (PPGP), Maíra L. Felippe (PPGP).

  • O Lapam está feliz: mais um artigo publicado!

    Publicado em 16/07/2018 às 8:38

    Intitulado “Centrado no Lugar ou na Pessoa? Considerações acerca de Foco no Mapeamento Comportamental”, Camila Klein, Ariane Kuhnen, Maíra Longhinotti Felippe e Bettieli Barboza da Silveira  comemoram a publicação dessa artigo tão importante para a área da Psicologia Ambiental

    A técnica de mapeamento comportamental é um recurso muito utilizado nas pesquisas de psicologia ambiental  e consiste numa técnica de observação, ou seja, as informações são obtidas através do que o pesquisador observa e registra, diferente de técnicas em que o pesquisador entrevista o participante para ter acesso aos dados.

    O objetivo do trabalho foi debater a técnica do Mapeamento Comportamental (MC), com intuito de possibilitar reflexões acerca dos objetivos de sua aplicação em relação a sua nomenclatura.

    As autoras evidenciaram um problema na classificação nacional da técnica em dois focos: centrado no lugar e centrado na pessoa. Segundo os resultados da pesquisa, há uma confusão no emprego das nomenclaturas em muitos trabalhos que utilizam a técnica, sendo necessário repensar se vale a pena continuar tal divisão de foco, ou criar uma categoria de foco misto, ou apenas utilizar a nomenclatura “mapeamento comportamental”, deixando a cargo do pesquisador desenvolver o desenho da sua pesquisa.

    Assim, o trabalho abordou um tema extremamente pertinente e de grande implicação para as pesquisas da área de PA no Brasil, oportunizando um novo olhar aos pesquisadores.

    O trabalho completo pode ser acessado clicando aqui:

    Klein, Camila, Kuhnen, Ariane, Felippe, Maíra Longhinotti, & Silveira, Bettieli Barboza. (2018). Centrado no Lugar ou na Pessoa? Considerações acerca de Foco no Mapeamento Comportamental. Trends in Psychology26(2), 593-616.  

    Os demais membros do Lapam ficam orgulhosos e parabenizam as autoras pela publicação!


  • (DES)ATENÇÃO DE CRIANÇAS EM IDADE ESCOLAR: a importância da restauração da atenção

    Publicado em 06/06/2018 às 15:02

    Autora: Natanna Taynara Schütz

    Mestranda em Psicologia – UFSC

    Integrante do Lapam

     

     

     

     

     

     

     

    A aprendizagem escolar é uma tarefa que demanda considerável esforço das crianças (Marchesi, 2006). Para aprender, é necessário a utilização de um processo básico que consiste na atenção (Marchesi, 2006). Segundo (Sbissa, 2009, p. 263), a atenção corresponde a: “capacidade de manter o foco sobre determinada “coisa”, “objeto” ou “processo”. Assim, é necessário que o aluno utilize a atenção para absorver a informação, que será então processada e compreendida, efetuando assim o processo de aprendizagem.

    Nos anos iniciais do ensino fundamental, as crianças num geral apresentam um progresso contínuo no que se refere a regular e manter a atenção (Papalia & Feldman, 2013). O que ocorre atualmente, é que a atenção enquanto domínio cognitivo, vem ganhando muita ênfase numa lógica patologizante, visto que, é muito mais percebida pelas pessoas quando está de certa forma prejudicada – estado de desatenção (Ribeiro & Ferreira, 2014). Assim, como tema emergente nas escolas atualmente, a atenção vem sendo classificada dentro de critérios de normalidade entre as crianças, numa perspectiva que avalia o funcionamento binário da atenção – atento/ desatento (Ribeiro & Ferreira, 2014).

    Vivenciamos uma sobrecarga da atenção devido aos ambientes construídos que são ricos em estímulos que exigem o direcionamento da atenção, o que mobiliza a atenção direcionada de forma demasiada (Sbissa, 2009). Somado a esse fator, cabe mencionar também o impacto da tecnologia nos alunos, que modifica o estilo de atenção dos mesmos, devido à rapidez em que as informações são acessadas, o predomínio de aspectos visuais e a necessidade de seleção de tudo isso. Todos esses esforços mentais, acabam levando ao que Kaplan (1995) nomeia de fadiga da atenção.

    Quando a atenção da criança diminui, a mesma passa a apresentar maior dificuldade em lidar com situações estressantes, sendo necessário que ocorra uma recuperação/ restauração dessa capacidade (Corraliza, Collado & Bethelmy, 2012). Vários estudos apontam a capacidade restauradora de determinados ambientes, como parques, florestas, ruas arborizadas, em função dos elementos naturais contidos neles (Kaplan, 1995; Maller et al, 2005; Berman, Jonides & Kaplan, 2008; White & Stoecklin, 2011; Glesser, 2014; Corraliza, Collado & Bethelmy; 2012; Albuquerque, Silva & Kuhnen, 2016).

    Ao investigar os ambientes restauradores, mostra-se necessário estar amparado na perspectiva inerente da restauratividade, que trata do conjunto de aspectos físicos do lugar, e as experiências vivenciadas pela pessoa numa esfera cognitiva, emocional, comportamental e social (Glessler, 2014). O estudos de ambientes restauradores no campo da Psicologia Ambiental sofrem influência de duas principais linhas de pesquisa – Teoria da recuperação psicofisiológica ao estresse proposta por Ulrich; Teoria da Restauração da Atenção proposta por Rachel Kaplan e Stephen Kaplan (Glessler & Günther, 2013).

    A Teoria da Restauração da Atenção (Attention Restoration Theory –ART) de Kaplan & Kaplan, foi desenvolvida pelo casal Rachel Kaplan e seu esposo Stephen Kaplan, sob influência dos trabalhos de Willian James com os conceitos de atenção voluntária e involuntária, sendo a ART uma extensão dessa abordagem (Kaplan, 1995; Berman, Jonides & Klapan, 2008; Kaplan & Berman, 2010). Porém, Willian James deixou de considerar que a atenção voluntária pode entrar em fadiga, o que foi reconhecido por Frederick Law Olmsted, arquiteto paisagista, que apontou a necessidade de recuperação da capacidade principalmente no contexto natural (Kaplan, 1995). Nessa teoria preconiza-se a análise da restauração em quatro propriedades, que devem estar presentes para que um ambiente possa ser classificado como restaurador – propiciar experiência restauradora: 1) o afastamento – que consiste em estar longe do cotidiano; 2) o fascínio – que possibilita a atenção sem necessidade de esforço; 3) a extensão – que permite o engajamento através do alcance e da coerência do local; 4) a compatibilidade – que se adequa ao que o indivíduo quer fazer. Assim sendo, na ART, a restauração pressupõe aspectos específicos para viabilizar seu efeito (Glessler, 2014).

     

    E ai, você concorda que os ambientes naturais possuem as 4 propriedades restauradoras apontadas pela Teoria da Restauração da Atenção?

     

    Referências:

    Albuquerque, D. S., Silva, D. S., & Kuhnen, A. (2016). Preferências Ambientais e Possibilidades de Restauro Psicológico em Campi Universitários. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 36 n°4, 893-906.

    Berman, M. G., Jonides, J. & Kaplan, S. (2008). The Cognitive Benefits of Interacting With Nature. Association for Psychological Science, 19(12), 1207-1212.

    Bronfenbrenner, U. (2011). Bioecologia do desenvolvimento humano: tornando os seres humanos mais humanos. Tradução de: André de Carvalho – Barreto. Revisão técnica: Sílvia H. Koller. Porto Alegre: Artmed, 2011, 310 p.

    Campos-de-Carvalho, M., & Souza, T. N. (2008). Psicologia Ambiental, Psicologia do Desenvolvimento e Educação Infantil: Integração possível? Paidéia, Ribeirão Preto, v.18, n.39, p.25-40.

    Corraliza, J. A., Collado, & S. Bethelmy, L. Nature as a Moderator of Stress in Urban Children. Procedia – Social and Behavioral Sciences, 38, 253 – 263.

    Evans, G. A importância do ambiente físico. (2005). Psicologia USP, 16(1/2), p. 47-52.

    Glessler, S. C. (2014). O descanso e a teoria dos ambientes restauradores. Tese de Doutorado: Universidade de Brasília. Brasília, DF. 262 p.

    Glessler, S. C., & Günther, I. A. (2013). Ambientes restauradores: definição, histórico, abordagens e pesquisas. Estudos de Psicologia, 18(3), 487-495.

    Kaplan, S. (1995). The restorative benefits of nature: Toward an integrative framework. Journal of environmental psychology, 15(3), 169-182.

    Kaplan, J., & Berman, M. G. (2010). Directed Attention as a Common Resource for Executive Functioning and Self-Regulation. Perspectives on Psychological Science, 5(1), 43-57.

    Kuhnen, A. Interações humano-ambientais e comportamentos socioespaciais. (2009). In: A. Kuhnen, R. M. Cruz, & E. Takase (org), Interações pessoa-ambiente e saúde (pp.15-35).  São Paulo: Casa do Psicólogo.

    Laumann, K, Gärling, T, & Stormark, K. M. (2003). Selective attention and heart rate responses to natural and urban environments. Journal of Environmental Psychology, Melbourne, v. 23, n. 2, p. 125-134.

    Luz, G. M., & Kuhnen, A. (2013). O Uso dos Espaços Urbanos pelas Crianças: Explorando o Comportamento do Brincar em Praças Públicas. Psicologia: Reflexão e Crítica, 26(3), 552-560.

    Maller, C. et al. (2005) Healthy nature healthy people: ‘contact with nature’ as an upstream health promotion intervention for populations. Health Promotion International, Vol. 21 No. 1, 45-54.

    Marchesi, A. (2006). O que será de nós, os maus alunos? Tradução de: Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 192 p.

    Papalia, D. E., & Feldman, R. D. (2013). Desenvolvimento Humano. Tradução de: Carla Filomena Marques Pinto Vercesi et al. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 800 p.

    Ribeiro, R. B. P., & Ferreira, A. L. (2014). O cultivo da atenção: uma experiência com crianças de 4 e 5 anos. Psic. da Ed., São Paulo, 39, 2º sem., 89-105.

    Sbissa, P. P. M. Desenvolvimento da atenção como mecanismo restaurador da saúde. (2009). In: A. Kuhnen, R. M. Cruz, & E. Takase (org), Interações pessoa-ambiente e saúde (pp.261-275).  São Paulo: Casa do Psicólogo.


  • Defesas de mestrado e doutorado na área de desastres socioambientais

    Publicado em 19/04/2018 às 13:37

    No dia 20 de Março ocorreram duas bancas de defesa, uma de mestrado e outra de doutorado. No período matutino a pós-graduanda Loredana Amaral Marzocchella obteve o título de mestre em Psicologia por meio da pesquisa “Entre o real e o imaginário: a percepção de risco de desastre socioambiental na perspectiva da criança.” Compunham a banca Drª Eveline Favero e Drª Maíra Longhinotti Felippe. Essa dissertação teve orientação da professora Drª Ariane Kuhnen. Esta pesquisa evidenciou a importância de dar voz à criança, tendo em vista que elas são potenciais agentes de mudança na prevenção de desastres e podem ser agentes ativos na comunicação de riscos. Com os resultados dessa pesquisa é possível fortalecer e embasar atividades promovidas por programas já existentes, porém ainda em processo de desenvolvimento, como é o caso do Programa Educacional da Defesa Civil nas Escolas, desenvolvido pela Secretaria Nacional de Defesa Civil (SEDEC).

     

     

    No período vespertino a mestre Roberta Borghetti Alves obteve o título de doutora em Psicologia por meio da tese “Escala de Apego à Moradia em áreas de risco: construção e evidências de validade e precisão”.  Compunham a banca Dr.º Carlos Henrique Nunes, Dr.ª Maíra Longhinotti Felippe e Dr.ª Eveline Favero. Esta tese teve orientação da Dr.ª Ariane Kuhnen e contou com a coorientação do Dr.º Roberto Moraes Cruz. A construção desta escala poderá nortear as ações da Defesa Civil para a mitigação para redução de riscos de desastres, assim como evidenciará que a população reside, muitas vezes, em área de risco devido a criação de vínculos com o lugar.

     


  • Curso de Psicologia Ambiental em Instituições para a Comunidade Universitária

    Publicado em 18/04/2018 às 18:39

    Ofereceremos um curso com o total de 18 horas, englobando uma Introdução à Psicologia Ambiental com os principais conceitos, apresentação dos métodos de pesquisa e aplicação, com ênfase na promoção de bem-estar no espaço universitário.

    A edição é oferecida para alunos, professores, servidores e técnicos-administrativos da universidade. O curso será nas sextas-feiras, das 13h30 às 16h30. São 18 horas no total, divididas em seis encontros, de 25/05 a 29/06 de 2018, na sala 321 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

    O curso é gratuito e haverá emissão de certificados para os participantes.
    Inscrições podem ser feitas clicando neste link.

    As vagas são limitadas!